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Otorrinolaringologia

Vídeo Nasofibroscopia

A videonasofibroscopia é um exame muito útil para o Otorrinolaringologista e pode ser facilmente realizada em crianças e adultos. É feita por meio de um aparelho (nasofibro) acoplado a uma fonte de luz e uma micro-câmera que se liga a um aparelho de monitorização da imagem (monitor ou TV).

A fibra da nasofibroscopia é introduzida pelas narinas na cavidade nasal do paciente. As patologias intra-nasais podem ser facilmente identificadas: a imagem do interior do nariz e suas estruturas, sobretudo as porções superior e posterior, de difícil visualização pela simples rinoscopia anterior, é muito bem visualizada.

A faixa etária para realização desse exame varia conforme a experiência e habilidade do médico. Trata-se de um procedimento rápido e fácil, que não necessita de qualquer preparação. Em crianças cooperadoras, pode ser realizado sem maiores dificuldades. No caso de crianças, pede-se comumente a verificação da região do cavum, a região posterior do nariz onde se localiza a adenóide que, freqüentemente, causa obstrução nasal na população de idade inferior a 14 anos.



Vídeo Laringoscopia

A Video laringoscopia é um exame muito importante para a investigação da região da hipofaringe, da laringe e das cordas vocais. É realizado por meio de uma fibra rígida de laringe acoplada a uma fonte de luz e uma micro-câmera e ligada a um aparelho de monitorização da imagem (monitor ou TV). Trata-se de um procedimento de difícil realização dentro da faixa etária pediátrica; mas pode ser realizado em crianças colaborativas. Nesse tipo de paciente, a fibra rígida pode ser substituída pela fibra flexível da video nasofibroscopia. Além disso, o exame pode ser feito pelo nariz, chegando até a região da laringe.

Inúmeras doenças - agudas e crônicas, de tratamento clínico ou cirúrgico - podem ser investigadas pela video laringoscopia, como:nódulos, pólipos, cistos ou tumores vocais. Diagnóstico e acompanhamento de tratamento de lesões na região da laringe, provenientes de danos em outras regiões, como a doença do refluxo gastro-esofágico, são muitas vezes detectados através da video laringoscopia. A rigor, esse exame pode ser solicitado sempre que necessário para elucidação diagnostica, sem trazer danos ao paciente.



Vídeo Endoscopia Nasal

A Vídeo Endoscopia Nasal trouxe, indiscutivelmente, um enorme avanço no diagnóstico das doenças nasossinusais. Ela pode ser realizada em todos os pacientes que apresentem sintomas relacionados ao nariz e aos seios paranasais. Com auxílio do endoscópio (rígido ou flexível), podem-se examinar em detalhe as fossas nasais até sua região mais posterior, coana, avaliando-se o aspecto da mucosa nasal, hipertrofias adenoideanas e a presença de fatores anatômicos que possam estar associados à gênese das rinossinusites, como desvios septais, pólipos, tumores, entre outros.

Além disso, a endoscopia nasal permite a avaliação dos meatos médios e superiores, avaliando estruturas do complexo óstio-meatal, uma área-chave na fisiopatologia das rinossinusites, A obstrução dessa área, pode levar a um acúmulo de secreção nos seios maxilares e frontais, que são os principais responsáveis pelos sintomas clínicos das rinossinusites. Assim, alterações na região do complexo óstio-meatal, podem ser causa de rinossinusites, que dificilmente seriam detectadas por outro método diagnóstico.



Lavagem de Ouvidos

O cerume ou cera é normal e deve estar presente em quantidades normais em nosso conduto auditivo. Esta cera serve como proteção para a pele do conduto e funciona como um “repelente” para água. A cera não é produzida na parte mais profunda do canal auditivo, na região próxima à membrana timpânica, mas somente na parte mais externa do canal.

Quando produzida em excesso ou empurrada para esse canal, o bloqueio causado pela cera pode provocar sensações muito desagradáveis tais como plenitude auricular (sensação de ouvido cheio), dor no ouvido, diminuição da audição, zumbidos e estalos. Então quando um paciente apresenta bloqueio do canal com a cera próxima à membrana timpânica, pode ser recomendado pelo médico especialista a lavagem de ouvido.



Cirurgias Otorrinolaringológicas

É uma especialidade médica cirúrgica, cujo campo de atuação envolve as doenças do ouvido, do nariz e seios paranasais, faringe, laringe, cabeça e pescoço.

Nariz Septoplastia Sinusectomia Rinoplastia Turbinectomia Cirurgia da epistaxe Cirurgia da Hípófise   Garganta Amígdalas e Adenóides Cirurgia do Ronco Microcirurgia da Laringe Laringectomia   Ouvido Otoplastia Timpanoplastia Mastoidectomia Estapedectomia Descompressão do Nervo Facial Descompressão do Saco Endolinfático


Day Hospital

Define como Regime de Hospital-Dia a Assistência Intermediária entre a Internação e o Atendimento Ambulatorial, para realização de procedimentos clínicos, diagnósticos e terapêuticos, que requeiram o paciente na unidade por um período máximo de 12 horas.


Consultas Otorrinolaringológicas

O Otorrinolaringologista é o médico que trata das doenças dos ouvidos, nariz e garganta, muitas vezes chamado apenas de "otorrino". A avaliação do Otorrinolaringologista através de consulta é muito importante para o correto diagnóstico e tratamento das doenças que se manifestam nesses órgãos.


Doenças de ouvido, nariz e garganta

Os ouvidos, nariz e garganta são localizados próximos uns aos outros e têm funções separadas, mas relacionadas. O médico de cuidado primário costuma diagnosticar e tratar as doenças que afetam esses órgãos, mas os médicos especialistas desses órgãos são otorrinolaringologistas. Com esse especialista é possível realizar Exames como vídeo laringoscopia, vídeo endoscopia nasal, vídeo estroboscopia e até cirurgias endoscópicas nasais, septoplastias, amigdalectomias, cirurgias das vias lacrimais.


Apneia do Sono

A apneia do sono é um distúrbio do sono potencialmente grave em que a pessoa para de respirar, por alguns segundos, diversas vezes durante a noite. Pessoas com apneia obstrutiva do sono podem, inclusive, não estar cientes de que têm o problema. O médico pode fazer uma avaliação com base em seus sinais e sintomas. Para realizar o diagnóstico, o médico poderá submeter o paciente muitas vezes a uma avaliação noturna, a fim de monitorar a respiração e outras funções do corpo durante o sono. Este exame noturno chama-se Polissonografia.